Dedicado aos fantásticos momentos de prazer que me FIZESTE PASSAR UM DIA

domingo, 31 de janeiro de 2010

Pazes feitas...



Enviaste-me mensagem naquele dia, querias estar comigo. Eu ainda duvidei e hesitei (estávamos chateados...), mas acabei por decidir que também queria estar contigo, queria ouvir o que tinhas para me dizer. Conhecendo como te conheço, esperei-te na minha casa, de vestido e sem mais nada por baixo...

Entraste e sem demoras beijaste-me como só tu sabes. Mesmo chateada como eu estava, cedi embora um pouco na defensiva. Retribuí o beijo, e virei o rabo para ti, sentindo que estavas já bem excitado. Levantaste-me a saia, e acariciaste-me logo o clítoris, que estava bem molhado. Enquanto me esfregavas e metias ora um dedo, ora dois, trincavas-me as orelhas como nos nossos jogos de antigamente. Sabes que isso me descontrola completamente...Não consegui resistir mais. Virei-me para ti, baixei-te as calças e agarrei essa pila boa, grande, totalmente irresistível. Pu-lo logo na boca, e chupei como se não houvesse amanhã. Pediste-me para me acalmar, mas como que num acesso de fúria, continuei. Lambi-te todo, deixando-te (a ti e a mim...) à beira do êxtase. Parei. Suspirei. Pensei: "Vamos para a cama?" Leste-me os pensamentos, abraçaste-me e levaste-me para o quarto.

Enquanto te despias, deitei-me na cama a masturbar-me, completamente doida de prazer. Enterraste a cabeça nas minhas pernas, abriste-me bem e começasste a lamber, retribuindo toda a "fúria" que te demonstrei ao chegares. Que língua quente, meu Deus... Enquanto me lambías o clitoris, bem detalhadamente como me ensinaste a gostar, brincavas com dois dedos dentro de mim. Ansiosa como estava, vim-me. É incrível como nesse momento não consigo pensar em mais nada, como me desligo do Mundo...

Ainda bem doido, puseste-me de pé, e começaste a dar-mo e fazer-me sentir como tudo aquilo te tinha posto desejoso de me sentir como estava molhada. Entraste sem dó nem piedade, a abrir-me. Só um bocadinho para me mostrar...Deitaste-me, e sobre mim, começaste mais carinhoso novamente, a beijar-me, a trincar-me, a sorrir. Encostaste-te à minha cara, e enquanto me davas com o menino, pediste-me desculpa. Bem sedutor...Pediste para não ficar chateada, e que não irias repetir o que me magoou. Acreditei (ou não...) enquanto continuavas a fazer amor comigo, a passsar a mão pelo meu corpo desejoso de mais prazer. Com aquele cenário, não resisti. Encolhi-me de tanto prazer, fechei os olhos, gemi um pouco e tu também não aguentaste mais. Com todo o poder, vieste também. Ele estava cada vez maior e mais forte... Acabámos, e ficámos ali uma fracção de segundos, a olhar-nos e a recuperar...

Ainda não te disse realmente, mas as desculpas estão aceites. Com tanto prazer, era inevitável...

Já tenho saudades...

Da tua Musa... ;)

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